terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tudo novo de Novo

Tudo Novo de Novo é uma música tema de uma série da Globo que passou ano passado (2009). Uma música que nos faz refletir, pensar, repensar e relembrar de momentos, histórias, que de algum modo mudaram ou provocaram nossa vida. Por isso apreciem e relembrem de momentos como estes.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Gravuras de Rodapé

   Gravuras de Rodapé é um poema que fiz especialmente para um concurso do blog Um-sentir. Espero que gostem e apreciem essa forma de olhar.



Gravuras de Rodapé

Pinto, desço, canto
Logo escorre tinta azul
Nesses grisalhos cascos
Sobrepostos na escada.

Gravo em minha mente,
Verso curto na janela
Entrelaço no olhar
A gravura certeira

Tenho a tela inteira
Me expresso, logo
Pinto, jogo tinta
No pequeno Rodapé

Se penso verde,
Esboço claro
Essa aquarela
Refletida na janela

Me relativo à expressão
Sem deixar na mão,
Borboleta estreita,
Borboleta relativa

Canto, subo, pinto
Na clareza da expressão,
No papel de um olhar,
No roteiro da gravura

Leio e creço rapidamente
Deixo longe a memória
Na história da pintura
Que pintei no Rodapé

Pinto, canto, esqueço
Corro, jogo, logo, desço
E me lembro de gravar
A memória neste Rodapé.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rumo ao passado

Rumo ao passado é uma história, um texto meu, criado para a aula de LPT (Leitura e Produção de Texto), e que agora está sendo postado no blog para apreciação de todos. Espero que gostem!


Rumo ao passado
       

1928, século XX, Richard But e sua filha Clara descansam no sofá, após mais um grande dia de trabalho e estudo.
        Posso começar contando sobre suas vidas. Richard But, foi casado com Elizabeth Tremend But que morreu aos 37 anos, em 1920, misteriosamente. Eles tem uma filha chamada Clara Tremend But, que nasceu em 1917, e atualmente está com 11 anos. Pai e filha vivem uma vida difícil, com muitas dificuldades financeiras por causa do pequeno salário que ele, Richard, ganha como professor de história na universidade de Algomór, na Inglaterra, na Cidade de Monrroe.
        Clara estuda na escola de Algomór, em parceria com a universidade, onde é uma boa aluna, bem curiosa, estudiosa e desafiadora.
        25 de setembro de 1928, ao voltar da universidade com Clara, Richard vai pra casa com ela, jantam, onde Clara comenta como sente saudade de sua mãe, e como gostaria de saber o que lhe aconteceu para falecer. Seu pai também não sabe e tem essa dúvida, por isso, no dia seguinte fala com os amigos sobre aquela época em que sua mulher morreu, e como professor, começa a pesquisar sobre as revoltas e greves daquela época.
        26 de outubro de 1928, se passa um mês de pesquisas sobre a morte de Elizabeth, quando ao chegar na universidade, Richard encontra um amigo que lhe conta que descobriu e encontrou um homem que disse ter participado de várias greves.
        Richard se encontra com este mesmo homem que disse ter participado de praticamente todas as greves, principalmente por causa do baixo salário. Então, Richard o conta sobre sua mulher, que desapareceu depois de uma greve sobre baixo salário.
        Passa-se alguns minutos, e quase sem conseguir falar, o homem diz ter conhecido uma mulher, a qual não sabe o nome, que participou junto á ele na pior das greves por salário baixo. Pior por terem sido atacados pelo governo inglês, o que matou muita gente, inclusive essa mulher. Mulher, pela qual, dizia Richard, se chamar Elizabeth.
        Ela foi morta pelas imposições do governo Capitalista que visava um “reinado” sem a opinião das pessoas, com as decisões do próprio governo.
        Depois de compreender o ocorrido, se passaram várias semanas até Richard conseguir falar com Clara, que desabou aos choros pela mãe ter tido tão triste fim.
        Um ano se passou até que Richard conseguiu as provas de que isso tinha sido verdade. A cada dia ele e Clara pensavam mais em Elizabeth, como se ela estivesse entre eles.
        Em pleno ando de 1929, ano em que ocorreu uma das piores crises na bolsa de valores de Nova York, o que afetou e desestabilizou o mundo todo financeiramente. Pessoas que dormiam ricas, acordavam pobres.
        Além dos sérios problemas financeiros por causa da crise, a casa de Richard e de sua filha já estava ficando velha, descuidada e deteriorada, era uma casa muito antiga, e que precisava de reformas.
        Bastou apenas um descuido, em que Richard esqueceu o fogão ligado, para a casa “desabar” em fumaça, estava pegando fogo, coisa fácil de acontecer em uma casa de madeira. O que foi “obra” do destino, é que os documentos que provavam que Elizabeth tinha morrido, ou melhor, sido morta, estavam dentro da casa e não resistiram ao fogo.
        Ninguém nunca soube porque isso aconteceu, mas muitos pensavam ser “obra” do destino, destino, o qual quis deixar esse passado apagado para sempre na memória e na vida desses companheiros, Richard e sua filha Clara.


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Poema Visual - escrita


Cachoeira
Desce, desce, água desce, desce rápido ninguém esquece. Cai com força,
Cai com raiva, como a tristeza, que a poluição causa na na tureza
Água cai, que beleza, escorrega transparente e estoura branca.
Com tanta leveza, como só pode a natureza, tão repleta,
Tão banal, como a mata com animal.E aos poucos vai
Parando, se acalmando,
Até chegar na margem
Doril, onde subiu e
Novamente caiu as
Gotas do orvalho.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Valores de um Olhar

Quais seriam os valores de um olhar?



Um olhar amigo, olhar apaixonado, olhar fanático, são tantas as formas e proporções de um olhar, que nem com a complexa matemátca conseguimos somar.

Quando damos um abraço, um beijo, ou até uma ajuda, qual seria o valor, os conceitos de um olhar para a pessoa a quem ele está direcionado?

E ao darmos um presente, qual seria o conceito do olhar amigo.

Por pior que o amigo esteja, independente do humor, da emoção, da saúde, o olhar tem um conceito, mesmo que seja dos mais óbvios.

E para um olhar certeiro, daqueles apaixonantes, o que podemos falar? Seria o valor de um abraço, de um beijo. Não! De um desejo.

Valores são esses, os que citei, criteriosos, cada um com sua personalidade, ligado a algum ponto da vida.

Por mais simples que seja, um olhar pode valer mais que mil palavras, mais que um abraço, mais que uma história bem contada, sendo o melhor presente para os raros momentos.

Se ao olhar, seu mundo e sua vida se modificarem, significa que você está preparado para o próximo passo de um valor, ou até um valor de uma amizade.

Amizade, a qual, pode ser multipla, repleta de emoções e olhares observadores.

sábado, 30 de outubro de 2010

Crônica

Crônica: "É o gênero mais confessional"

Como podemos ver, a crônica é o gênero mais auto-crítico e de certa forma crítico, onde podemos satirizar situações, momentos ou até histórias com enredo formado...

A crônica revela, critica, mostra tudo o que o autor-expressor quer explicar e expressar, tendo como base sua ideologia crítica. Tudo relacionado à forma como o autor vê o mundo.

Esse gêrero é geralmente presente em tiras de jornais, textos completos, ou até em livros, onde o ponto de clímax expresso é o mais improvável possível, saindo até da realidade... Posso definir a crônica também como a intervenção do homem-explorador no cotidiano dramático da vida como ela é. Só que nesse caso a vida é vista como nós queremos e desejamos. Às vezes de forma formal, ou até impessoal...

A crônica pode ser definida quando a literatura é a arte ficcional, ou seja, quando a ficção está no auge do enredo. Na crônica acressentamos o que pensamos sobre o assunto e o que sentimos, agora chamado de tom emotivo. Tom, o qual nós envolvemos e idealizamos, percebemos e recriamos.

Mas gramaticalmente, como podemos classificar tal gênero? crônica, a narrativa ficcional, adentrada na ficção, narrando o fato não da forma como ele é, mas da forma como ele é sentido. Sentimento, o qual regeneramos a ponto de podermos escrever diversos tipos e gêneros de textos.
Do que falamos é a crônica, o gênero auto-crítico do assunto.

Um pouco de meio ambiente, afinal estamos entre tábuas!

Século XXI, Globalização e Meio ambiente em foco
Nesta entrada do novo século, consumimos e usamos cada vez mais os recursos naturais, com fins populacionais como, a construção de casas, irrigação de plantações, fornecimento de matéria-prima. E esse uso não tem como planejamento diminuir as consequências para o meio ambiente.
Mesmo com os inúmeros alcanços tecnológicos, o desperdício e a poluição não param de aumentar. Temos como exemplo o uso de papéis (só aumenta, mesmo tendo todas informações na internet).
Deste modo podemos dizer que o meio ambiente está mais sendo prejudicado (mais de 50%) do que ajudado, protegido (menos que 50%).
Muitos problemas ambientais, como o desmatamento, as queimadas, a poluição do ar, de rios e mares, a escassez de água potável, o efeito estufa, que afetam a vida da população, só estão aumentando.
Neste século, é enorme o número de países escassos em água e o número de gases lançados na atmosfera, o que gera o tão falado, efeito estufa.
Por isso, se preucupe, preserve o meio ambiente!!
Esse texto foi feito por mim e para aula de geografia como forma de complementação de estudos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

LITERATURA


"A arte de imitar a realidade"

Arte: manifestação artística visada no questionamento.

Literatura uma arte de ser, de viver, se expressar. Uma arte em que podemos esboçar um conhecimento imperfeito, criar o rascunho de uma vida, rabiscar seu futuro.... Imitação da realidade no sentido de inovar o padrão, o convencional, tornando de um jeito bom, para os mergulhadores de arte e de escrita e ruim, para os ignoradores da vivência literária.

Para quem pensa que literatura é só aula, e só leitura, está bem enganado, pois a literatura é uma arte, um questionamento no modo de ler e escrever, onde a expressão é a raiz da árvore. Literatura é modo, sujeito, causa, estilo. Não podemos esquecer que também é essas leituras, que pode parecer chata para alguns, que geralmente nunca esperimentaram essa maravilha do cotidiano literário.

Por tudo isso, posso dizer que essa arte, essa linguagem é a mais experimental possível, onde você faz suas escolhas, controla seu mundo literal, e compartilha suas alucinações com outros vivenciadores da literatura, outros esboçadores de mundos, criadores de diálogos, procuradores de histórias...

A literatura se posiciona tanto quando falamos de crônicas(meu próximo post do blog), contos, narrativas, cartas, quanto quando falamos de clássicos como a carta de Pero Vaz de Caminha, ou até crônicas de Machado de Assis.. Portanto, mergulhem nessa arte!!!

Guia prático das palavras

Setas
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Essa postagem é em homenagem a uma professora minha de filosofia (Cláudia) que sempre colocava setas em baixo das palavras para mostrar o sentido que se lia. Em função disso resolvi falar um pouco sobre esse assunto...

As palavras são como as chaves para um cadeado, as senhas de um cofre, o único código Morse intendido por todos, ou quase todos, pois tem tantas pessoas, que por falta de acesso, recurso ou até de vontade, não aprendem a ler nem escrever.

Todas essas palavras tem um rumo, um sentido, onde tudo se completa, se desvenda, se origina. Já as setas são como adjetivos das palavras, pois se colocadas para mostrar seu sentido lhes dá uma característica um tanto quanto diferenciada. Mas então o que mais podemos falar dessas simples setas?

Dão realce, chamam atenção, e juntas com as palavras, ficam muito diferentes do modo coloquial de usá-las...

Espero que nessas poucas palavras eu consiga expressar o tanto que essas setas junto às palavras mudaram a minha vida, ou simplesmente me fizeram compreender o porque disso nas aulas de filosofia. Que isso sirva de explicação para muitas das dúvidas de alunos observadores.

Grande abraço a meus professores!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Frankenstein

Um novo livro que li para as aulas de Literatura foi Frankenstein, um livro um tanto quanto envolvente, com um surpreendente desfecho.


O livro conta sobre um homem, Victor Frankenstein, estudante de biologia, química, anatomia e filosofia natural, que resolve criar um ser vivo diferente. Ele adorava estudar a estrutura do ser humano e de qualquer ser vivo, e esse foi um dos maiores proporcionadores dessa escolha, de passar mais de 2 anos tentando criar um ser vivo. Para que isso acontecesse, Frankenstein teve que procurar e reunir, partes de seres vivos como peles, órgãos, tecidos em geral, e tudo que fosse preciso para essa experiência.

Finalmente, depois de mais de 2 anos, ele conseguiu criar essa "criatura", só que ao observá-la teve medo, viu que seu rosto era feio e que daria medo às pessoas. Foi aí que sua vida se tornou impossível e desestruturada. Ele abandonou a criatura, e com isso, ela se sentiu triste. O primeiro aviso de que esse abando não daria certo é que, ao voltar a Genebra, seu irmão tinha sido morto, por uma "coisa" grande, um monstro... Ele, então, descobriu que esse monstro era sua criatura...

Ao tentar procurar o monstro entre as montanhas próximas ao local de morte de seu irmão, Frankenstein o encontrou, e foi abordado, para terem uma conversa. Essa conversa foi da criatura, falando sobre sua solidão, do abandono, de várias tentativas que teve de conviver com humanos e que não deu certo, tudo isso que agora se voltava em raiva e ódio. E a criatura o fez um único pedido: queria que ele criasse uma outra criatura, só que fêmea, para eles conviverem longe, mas não infelizes.

Decidido de que iria fazer o que se pede, Frankenstein ficou mais 2 anos longe da família, e ao término do trabalho, quebrou, estragou e desmontou tudo que tinha criado e jogou no mar, com medo de que sua criatura pudesse trazer mais infelicidade para o mundo.

Esse foi o erro! A criatura se revoltou e em sequência matou seu amigo, sua mulher na lua de mel e seu pai (consequência de infarto). Depois de todas essas mortes, Frankenstein resolveu ir atrás da criatura para o acerto final, onde passou por montanhas, mares, florestas, até chegar no seu ponto fraco, o começo do Polo Norte, tão frio que ele nem conseguiu chegar a criatura e acabou morrendo depois de ser resgatado por um navio que estava passando por lá. A criatura, arrependida resolveu então, se matar indo no lugar mais alto e mais frio do polo norte.

Essa é a história de Victor Frankenstein, com muitas mortes se torna até triste e um pouco aterrorizante.
Essa história foi escrita por Mary Shelley e contada por Ruy Castro neste livro. A história foi considerada o primeiro clássico da literatura de horror. Mary Shelley a escreveu com 19 anos e publicou seu livro aos 21.

Aporveitem e leiam!!! Uma história muito comovente e interessante, onde podemos nos identificar com vários personagens e fatos...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Papel: origem da vida

Papel
O papel, além de ser papel, é como a água, que reflete nossos pensamentos, visões, emoções. Poderia até compará-lo com um espelho, só que é totalmente reto, perfeito, não aceita modificações, expressões, e por isso não o faço.


As maneira que neste momento vejo úteis para nos expressarmos nos papéis são os desenho e os recortes e dobraduras. A dobradura, nos origina inúmeras possibilidades de expressão, impressão. Podemos, como saída, fazermos um origami, um tsuru, quem sabe? ou até uma mera recortagem, capaz de mudar totalmente o olhar-observador. São essas pequenas coisas que movem o mundo, criando uma enorme rede de reflexão e compreensão.
Se você, observador, está sem ideia de como se expressar (é certo de que ou você está com algum problema de início, ou é um simples iniciante), pegue um papel, recorte, cole, desenhe, pinte, crie, inove, surpreenda os novos olhares.
Papel, o "fruto" da árvore capaz de mudar um sentido, criar um movimento, andar por um caminho, se expressando para o mundo.

Crie, invente, repita, tente, comente, sente, pois são simples atos, mas grandes ideias que movem o planeta!


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Borboletas relativas

Borboleta


Não só um inseto, não só um ser vivo, é a borboleta, inseto pelo qual pessoas se alegram, se tornam curiosas, meras observadoras, grandes artistas.

Inseto dispertador, de várias paixões, emoções. Para mim, um dos mais curiosos insetos, com sua vida exploradora, sobrevivendo aos perigos do ser humano. Um inseto pelo qual, qualquer artista nato, observaria e tentaria traduzir essa minuciosa vida bicolor.

Borboleta azul, corajosa e protetora, descobridora de um mundo ilegível. Preparem-se. Alegrem-se. Sobrevivam a este espetáculo de cores proporcionado pelas tais.

Mas antes de tudo, imagine cada coisa que esse mero inseto passa, os sufocos, os ataques, os olhares, e ainda coseguem se "exibir" diante os olhos críticos dos seres humanos.

A borboleta é igual a uma tela, impressiona, revela, disperta o olhar artístico, e é por isso que falo delas aqui, neste blog.

Borboleta, borboleta, borboleta, diante de meus olhos revela seu infinito mundo de harmonia e tranquilidade.

Quando o casulo se abre, tudo acontece novamente...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

8 Salãozinho de Humor de Piracicaba

O salãozinho de humor de Piracicaba teve esse ano 2 novos selecionados, eu e minha irmã. Ela com caricatura e eu com charge.


Na realidade, pela escola, eu mandei 6 ou 5 trabalhos e só um foi selecionado, mas já está muito bom, pois de mais de mil trabalhos enviados, 258 +- foram selecionados...


A felicidade é tanta, que fico triste de ano que vem não poder participar, poiso Salãozinho é até 14 anos e o Salão (grande) é de profissionais e mais velhos. Mas tudo bem, assim vou me preparando para uma longa jornada até me tornar um desses profissionais.

O Salãozinho fica até dia 17/10/10, e a premiação é dia 12/10/10.

Abaixo meu trabalho e o de minha irmã:












Aquarelas inimaginárias

Aquarela


Podemos chamar de aquarela, esta mistura tão bela de tinta e água.

Que revela, esclaresce, aparece, somente quando pintamos, desenhamos. Essa mesma aquarela é que retrata a vida expressiva de um artista. Seus tons claros, suavizados na água retratam a clareza de um olhar certeiro do observador.

Desculpe, mas se não quiser ser julgado, você, observador, pode julgar. Pois se é assim, julgue, critique e no fim tire a conclusão que a solução é você usar aquarela.

Mesmo parecendo tão fácil de "dominar", a aquarela é tão complexa, capaz de fazer aos bons artistas, novos desafios nas pinturas.

Vamos colorir, desejar, cantar, representar, pois no fim último, tudo termina em aquarela.

Aquarela, tão bela, revela.

Obs: Pintura acima, autoria de Gabriela Seltz.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mandala: o círculo da expressão

Mandala



A primeira vez que tive contato com a mandala, foi na escola que eu estudava até a sétima série (CEC).

Aprendi que neste círculo que fazemos as mandalas, é o circulo que guarda o nosso "segredo", nosso modo de pintar, desenhar, se expressar. Intendi que a mandala é mais que só o desenho, só o projeto, é a ação, que nos move a termos a liberdade de expressão para desenvolvermos nossas ideias.


Realmente, nesse círculo de expressão, nossas ideias ficam registradas, marcadas para sempre...



Existem mandalas que representam tribos, segredos, movimentos, que só podem ser entendidas desse modo, por quem fez, e a única chance de entendê-las, é artísticamente, com o olhar pessoal que nos faz pintar uma paisagem colorida, somente de verde, é o nosso modo de olhar.

Em breve, colocarei uma foto de uma mandala que fiz na sétima série...

El Soldado Trifaldon


Demorei, mas voltei....
El Soldado Trifaldon

Tem um vídeo bem legal que eu vi no youtube, El soldado Trifaldon, mas não consegui colocar no blog, então vejam, é bem interessante. Fala sobre um soldado que acaba entrando em guerra contra o "exército" das formigas, a formiga chef bate nele e ele com sua espada bate nela... Os seus soldados começam a comemorar e ele percebe o inimigo triste, pois então resolve acolhê-lo e perdoá-lo...

Muito legal!!!


Acima, uma imagem do vídeo.
 
 
 
Dia 30/11/2010, agora, mas somente agora, aprendi a colocar vídeo no blog, por isso, apreciem o vídeo citado acima, bem legal...
 
 

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Brasil: um sonho a conquistar

A cada quatro anos um novo sonhar....


A cada quatro anos nos preparamos, nos arrumamos, festejamos, tudo por uma conquista tão desejada, a copa do mundo.
Mas a cada jogo é uma nova pressão, uma nova emoção, onde tudo pode ser jogado, abismo abaixo. Onde a realidade é vista cara a cara. Só que precisamos cair na real, esse é um sonho que não pode ser dado como sonho-objetivo, pois ele pode ficar para a próxima, não ser conquistado.

E a cada quatro anos, esse sonho tende a fortalecer. Ainda mais quando a copa é sediada na própria "casa".

Brasil 2014, um sonho a se conquistar, é o Brasil sediando a copa, criando um novo olhar...
Uma boa hora para valorizar a união entre os povos neste país tão amado, tão sonhado.

Assim é que o Brasil pode ser melhor valorizado, por todo o mundo!!!

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Acima, uma pintura minha, celebrando a copa.

terça-feira, 6 de julho de 2010

A frase


Pimenta

" A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois inquieta. O que ela quer da gente é coragem!" João Guimarães Rosa.


Já tive várias experiências com pimentas, malagueta, biquinho, cumarim, mas uma como aquela não. Uma vez, num restaurante á "beira rio", Comendo um delicioso espeto de pintado, a pimenta se revelou, em meu prato tinha arroz, o peixe (é claro) e a maldita PIMENTA. Se querer querendo, derrubei muita pimenta no prato, o que me custou caro, pois depois de uma garfada de arroz com peixe, fui ficando vermelho, e mais vermelho, cada vez mais vermelho, eu tava pegando fogo, se dependesse saía até uma fumacinha, corri para o banheiro, joguei água no rosto e então, voltei.

Fiquei quase um mês sem comer pimenta!!!!

Auto da Compadecida


Outro livro que li nas aulas de literatura foi Auto da compadecida de Ariano Suassuna...


Um dos livros mais divertidos que li, foi Auto da Compadecida, e tenho uma frase que ficou marcante: "A compadecida, mulher em tudo se mete". Sobre esta frase posso dizer que a tal, a compadecida, vivia se metendo na vida dos outros, mas não de uma maneira ruim, querendo ajudar, proteger, tirando pessoas da "ignorância", criando desfechos, mudando o caminho.

Neste livro, ela pode mostrar muito disso, salvando vários personagens como João Grilo, Cangaceiro, Padre, Bispo, Padeiro e sua mulher, mas em especial para o João Grilo, foi preciso até de um versinho: " Valha-me Nossa Senhora, / Mãe de Deus de Nazaré! / A vaca mansa dá leite / a braba dá quando quer. / A mansa dá sossegada, / a braba levanta o pé. / Já fui barco, fui navio, / mas hoje sou escaler. / Já fui menino, fui homem, / só me falta ser mulher. ".

O filme, nem se fala, quase ninguem viu (haha. Ps: Globo.), mudam só alguns detalhes sobre personagens, mas claro, o livro tem bem mais informação, muito mais detalhes.


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Hamlet


Durante as aulas de literatura (que infelizmente meu professor vai sair {agora q me acostumei}), o primeiro livro que lemos foi Hamlet de William Shakespeare, e resolvi contar um pouco sobre como foi ler este livro, este outro gênero, o teatro...

Um olhar certeiro

Durante o meu "envolvimento" com este livro, teve uma frase, que é bem lembrada, e que me marcou muito: "Ser ou não ser, eis a questão, será mais nobre sofrer na alma, a pedradas e flechadas do destino feroz..."
Esta frase me fez pensar em que ele (o Hamlet), estudava seu envolvimento com sua própria vida, seus acontecimentos, o melhor modo de ser, o mais esperto talvez, mas mesmo assim, agia pensando como se estivesse observando de fora sua própria vida, sua própria moral.
Um livro que se desenrrola da tentativa de vingança pela morte do pai, em que, quando tudo estava se alinhando, ele fez loucuras, matou o rei, que mandou envenenar a bebida de Hamlet, que por engano a rainha tomou e morreu... Enfim, foi um encadeamento de mortes, Laertes, rainha, rei Cláudio, Polônio (morto por hamlet), Ofélia (ficou louca com a morte do pai, polônio e se matou) e por "fim último" o próprio Hamlet.
Um livro um tanto quanto complicado, embaraçado nas palavras, confuso nos desfeixes, estranho nos detalhes...
Poesia uma arte, poesia uma linguagem

A poesia está em quase todos os momentos de nossa vida. Ela nos encaminha, participa na escola, no estudo, na leitura, em tudo que criamos, lemos...
A poesia interfere, modifica, inova, dando a uma pessoa uma nova percepção sobre a leitura, a elaboração de textos.
Em muitos momentos a poesia ajuda a nos expressarmos, de um modo livre, sem restrições. A poesia é a arte que nos da a liberdade de criar, inovar...
Por isso é que temos que cultivar esse gênero tão importante em nosso desenvolvimento.

domingo, 4 de julho de 2010

Como abertura do meu Blog, decidi começar com um pequeno texto sobre a forma de ser.
Eu Sou Eu
Geralmente, quando nos perguntam quem é você, damos uma resposta involuntária, eu sou eu. Uma resposta um tanto quanto verdadeira, pois eu sou eu, nas maneiras e atos, é como se nos olhamos no espelho. E, embora a resposta precisar ser mais desenvolvida, tudo está expresso nesta pequena frase.
Eu, sendo eu, me torno regular, dono de meus atos, buscando uma nova alternativa. De ponto em ponto, chegamos em uma base, para "ser eu", tenho que criar, pesquisar, inovar, o que pretendo mostrar neste blog.
É com muito prazer que inauguro este blog, a fim de me expressar, imaginar.
A partir desse ponto, as coisas mudam, fcaim embraaçaads, confusas...